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By Jay Kristoff

Destinada a destruir impérios, Mia Corvere é apenas uma criança quando tem sua primeira lição sobre a morte. Mais tarde, aos 16 anos, a jovem que cresceu nas sombras inicia sua jornada para manter a promessa feita no dia em que perdeu tudo. Entretanto, a chance de vencer inimigos tão poderosos será efêmera, e se Mia deseja vingança, deve se tornar uma assassina sem igual. Assim, ela precisará provar suas habilidades diante dos mais perigosos amigos e inimigos, e sobreviver a assassinos, mentirosos e demônios no cerne de um lugar que cultua o assassinato. A Igreja Vermelha não é uma escola comum, mas Mia Corvere também não é uma estudante qualquer. As sombras a acompanham, e bebem todo seu medo.Nevernight é o primeiro volume da trilogia best-seller As crônicas da quasinoite, agora em sua segunda edição.

By Penelope Douglas

O que acontece quando são cinco contra um e não há lugar para onde fugir?EMORYEles a chamam de Blackchurch. Uma mansão isolada em uma localização desconhecida e remota, onde os ricos e poderosos enviam seus filhos desajustados para que esfriem a cabeça longe dos olhares indiscretos.Will Grayson sempre agiu como um animal. Irresponsável, selvagem e alguém que nunca se apegou a regras, fazendo sempre o que ele queria. De forma alguma, seu avô se arriscaria à humilhação de ver o nome da família na lama outra vez.Mesmo que a última vez não tenha sido inteiramente sua culpa. Ele pode até ter gostado muito de me encurralar nos cantos dos corredores da escola quando ninguém estava olhando, para que ninguém percebesse que o Sr. Popular, na verdade, queria colocar a mão na pequena e pacata nerd que ele amava perturbar, mas...Ele também podia ser cordial. E cruel em uma tentativa de me proteger.A verdade é que... Ele tem todo o direito de me odiar.Aquilo tudo é minha culpa. Tudo.A Noite do Diabo. Os vídeos. As prisões.Eu sou culpada por tudo isto.E não me arrependo nem um pouco.WILLEu nunca me importei em estar preso. Aprendi há muito tempo que ser tratado como um animal te dá permissão para agir como um. Ninguém nunca olhou para mim de outra forma.O único erro deles é achar que qualquer coisa que eu faça, é por acidente. Posso ficar aqui nesta casa sem Internet, televisão, bebidas ou garotas, mas sairei daqui com algo muito mais assustador para aqueles que são meus inimigos.Um plano.E uma nova matilha de lobos.Eu só não esperava que meus inimigos viessem até mim.Não faço ideia de quem a enfiou aqui dentro ou se realmente a intenção era deixá-la à minha mercê, mas posso farejá-la se escondendo pela casa. Ela está aqui.E quando a equipe de segurança vai embora depois de deixar os suprimentos, os portões se fecham e a porta da minha jaula é aberta, dando-me livre acesso à mansão e ao terreno da propriedade, por mais um mês sem supervisão alguma... Um sorriso se espalha pelo meu rosto quando me lembro...Blackchurch abriga cinco prisioneiros. Eu sou apenas um de seus problemas.

By Marc-uwe Kling

Best-seller Na Alemanha, Em Breve Uma SÉrie Na Hbo! Um Livro Visionário E Muito, Muito Divertido. O Mundo Esquisito De Marc-uwe Kling Sugere Que O Futuro Não Virá Como Uma Bomba, De Uma Vez, Mas Como Uma Piscadinha De Olho. Engraçado E Emocionante Na Mesma Medida, Qualityland Traz Uma Visão Do Que Nosso Futuro Próximo Pode Se Tornar. Uma Mistura única De Humor E Crítica Social Sombria, Em Que Black Mirror Encontra Westworld E A Obra De Douglas Adams. Bem-vindo A Qualityland, A Nação Mais Poderosa E Desenvolvida Do Planeta. Tudo Em Qualityland é Pensado De Maneira A Otimizar A Sua Vida. Um Sistema Identifica Seu Parceiro Ideal, Vermes-androides Em Sua Orelha Dizem O Melhor Caminho A Tomar No Seu Dia A Dia, Drones Já Sabem, Só Pela Sua Cara, Que Você Precisa De Uma Cervejinha Bem Gelada No Fim De Um Dia De Trabalho Exaustivo. Humanos, Robôs E Algoritmos Aparentemente Convivem Muito Bem, E Tudo Gira Em Torno Do Mundo Corporativo, Hierárquico E Do Dinheiro. Ao Nascer, Cada Pessoa Recebe De Seus Genitores Um Sobrenome Específico, Que Muitas Vezes Acaba Sendo Usado Como Indicador De Seu Papel Nessa Linda E Perfeita Sociedade. Todo O Resto Que é Preciso Saber, Claro, Está Na Ficha Pessoal De Cada Habitante De Qualityland. No Entanto, Se O Sistema é Tão Perfeito Como Dizem, Por Que Existem Drones Com Medo De Voar, Droides Sexuais Com Disfunção Erétil Ou Robôs De Combate Com Transtorno De Estresse Pós-traumático? Por Que Em Qualityland As Máquinas Estão Se Tornando Cada Vez Mais Humanas, Mas As Pessoas Se Tornam Cada Vez Mais Máquinas? Uma Brincadeira Engraçadíssima, Trazida Por Meio De Uma Absurda Distopia Hipercapitalista... Uma Sátira Precisa. – Publishers Weekly O Quanto Você Gosta Desse Romance Virá Em Proporção Direta Com A Quantidade De Problemas Que Você Acha Que Temos Nesse Momento. Durma Bem. – Kirkus Reviews

By H.D. Carlton

O DiamanteA morte caminha ao meu lado, mas o ceifeiro não é páreo para mim. Estou presa em um mundo cheio de monstros vestidos de homens, e que não são o que parecem. Mas não vão me segurar para sempre. Já não reconheço a pessoa em que me tornei, e estou lutando para encontrar o caminho de volta para a besta que me persegue durante a noite. Eles me chamam de diamante, mas o que fizeram foi criar um anjo da morte.O CaçadorEu nasci um predador, com uma crueldade enraizada em meus ossos. Quando o que é meu é roubado durante a noite, como um diamante escondido dentro de uma fortaleza, percebo que já não consigo conter a besta. Derramarei sangue pelo chão enquanto despedaço este mundo para encontrá-la e trazê-la de volta para onde pertence. Ninguém escapará da minha ira, sobretudo aqueles que me traíram.Atenção: Esta é a segunda e última parte da duologia. Você deve ler primeiro "Assombrando Adeline".Gatilhos: Este livro termina em um cliffhanger. Os conteúdos são muito sombrios, com situações de gatilho, como CNC e consentimento duvidoso entre os personagens principais, violência, tráfico de pessoas, perseguição, tráfico infantil e situações sexuais explícitas. Há também fetiches específicos, como jogo com armas, sonofilia, bondage e humilhação.

By Penelope Douglas

By Joana Bértholo

Quando a tecnologia das megacorporações se sobrepõe cada vez mais aos governos, um algoritmo chega para acabar de vez com o último refúgio da liberdade individual: a linguagem. A partir de então, o uso das palavras passa a ser pago e monitorado, fazendo com que as pessoas deixem de ser apenas consumidores para se tornarem também produtos. E é através das vozes de vários personagens — e dos seus silêncios, última forma de resistência — que acompanhamos os ecos de uma distopia tão inventiva quanto assustadoramente verossímil. Afinal, o que acontece quando só dizemos aquilo pelo que podemos pagar?

By Devney Perry

Fenômeno do TikTok, Devney Perry criou um misto de gêneros que conquistou os corações dos leitores — Aconteceu em Indigo Ridge é, ao mesmo tempo, um suspense cheio de tensão e um romance ardente. "Aqueles olhos azul-índigo arderam nos meus. Viram os medos. As dúvidas. As frustrações. Eles me ofereciam um lugar para guardar tudo aquilo. Um lugar para simplesmente... ser eu mesmo." A cidadezinha de Quincy, Montana, parece uma região rural tranquila, cuja paz é perturbada apenas pelas fofocas dos moradores. Quando Winslow Covington se muda para assumir o cargo de chefe da polícia local, definitivamente não espera descobrir que sete suicídios foram registrados ali na última década. Poucos dias depois de Winslow começar em seu novo emprego, o corpo de uma jovem é encontrado na base do penhasco de Indigo Ridge, dentro do rancho da família Eden. Não se sabe exatamente o que aconteceu, mas ninguém parece muito interessado em descobrir. Para piorar, Griffin Eden, o dono do rancho, é ninguém menos do que o caubói charmoso com quem Winslow teve uma noite tórrida assim que chegou na cidade. Dormir com Griffin foi um grande erro; além de não acreditar na relevância da investigação, ele fica lembrando a todos que Winslow é uma forasteira ali. Ela faz o possível para evitá-lo, mas é impossível tentar desvendar o que aconteceu em Indigo Ridge sem cruzar seu caminho. À medida que as pistas apontam que aqueles casos podem não ter sido suicídios, Griffin percebe duas coisas: a primeira é que Winslow sabe o que está fazendo; a segunda é que é impossível resistir àqueles olhos azuis. CONTEÚDO ADULTO.

By Carla Madeira

A narrativa começa com a pergunta: como se chega ao extremo? Vedina, uma mulher destroçada por um casamento marcado pelo desamor, em um momento de descontrole abandona seu filho e, imediatamente arrependida, volta para o lugar onde o deixou e não encontra quaisquer vestígios de sua presença. Este é o acontecimento nuclear da trama que expõe as entranhas de uma família – pai alcóolatra, mãe controladora, irmãos gêmeos tensionados pelas diferenças – que, como tantas outras famílias, torna-se um lugar onde as singularidades de cada um não são acolhidas, criando rachaduras por onde a violência se infiltra.

By Chloe Walsh

Desde os doze anos, Joey Lynch leva uma vida infernal tentando proteger sua mãe e seus irmãos mais novos do pai alcoólatra e violento. Sem avançar nos estudos ou no hurling, ele vê nas drogas um escape para seu sofrimento. A única luz que encontra em meio às trevas é a filha de seu chefe, Aoife Molloy. Linda e radiante, ela faz de tudo para entrar no caos particular de Joey e acaba se tornando seu porto seguro.

By Clarice Lispector

Clarice, me dá tua mão. Tudo parece de novo impossível nesse frêmito de eternidade que é o presente, mas confio na nossa aproximação: aconteceu daquela vez o impensável; adaptar A paixão segundo G.H. para o teatro. Não fui sozinha como você, embora quando estive ali, cara a cara com a barata, era eu mesma, sozinha como um caco de vidro, um cachorro e uma galinha estão sós e cara a cara. Com o quê? Consigo. Eu fui, ao encarnar durante mais de dois anos a G.H. num monólogo para o teatro – adaptado por Fauzi Arap e dirigido por Enrique Díaz –, uma pessoa sem a pessoa que eu era antes para fazer companhia para mim mesma. Fui perdendo as cascas, o invólucro, mergulhando em águas cada vez mais densas e profundas, perdendo o contorno humano, transladei para outra, outro lugar, desconhecido, terrível e maravilhoso, que não eu. Mas houve as mãos que me ajudaram na travessia. As suas mãos, Clarice. As suas mãos de escritora que tantas vezes anseiam as nossas para irmos contigo, nessa grande odisseia de uma mulher que viaja para dentro de si e se despersonaliza. Ela desvira o Eu. Ela se te revira. Não é brincadeira o que acontece aqui, é coisa que se lê e se toma e entra no próprio sangue, é saber xamânico, potente, destruidor e revivificador. Nada se cria sem desfazer essas camadas de noções fossilizadas sobre nós mesmos e o mundo. Tuas palavras agem sobre mim, ainda e sempre. Agora, neste ano de 2020, é seu aniversário de 100 anos. A paixão foi escrito em 1964. Imagino você aqui escrevendo sobre o agora, o momento presente atravessando as paredes de sua casa e de seu corpo e se metamorfoseando em palavras que você escreve e essas palavras agem, transformam a vida. Nós estamos olhando a vida que se nos olha, Clarice. A vida se nos é, e se me é, tão radicalmente agora, que voltei a andar com teu livro colado em mim. Livro que é registro desse tempo eterno onde fracassamos e vamos de novo, com o fracasso das nossas existências e palavras. Das milhares de apresentações possíveis que eu poderia fazer, eu escolho dizer sim; sim, leia este livro como experiência que se vive. Entrar pelo corpo, e ir com as palavras mais "pelo que elas fazem do que pelo que elas falam", ir com G.H., atravessando esses portais e ir se perdendo nas paredes, nos hieróglifos da casa, nas marcas deixadas pelo outro, e ir indo, parando e recuperando o fôlego até mergulhar completamente nesta obra extraordinária que nunca mais vai parar de acontecer. — Mariana Lima, Atriz e produtora Nova edição de A paixão segundo G. H. em capa dura e forração de tecido para coleção Clarice Essencial com posfácio de Luiz Fernando Carvalho.