Empfehlungen basierend auf "O caso da Mansão Deboën"
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von Ali Hazelwood
Em A hipótese do amor, o leitor acompanhou a história pelos olhos de Olive, rindo e se emocionando com todos os personagens. Agora chegou a hora de ler uma parte da história pelo ponto de vista de Adam: nada mais, nada menos que uma cena bem sexy entre os dois. Prepare-se para se divertir e se arrepiar com este capítulo extra!
von Valter Hugo Mãe
Um romance delicado e profundo de Valter Hugo Mãe sobre o amor fraterno e a necessidade de cuidar de alguém Pode o amor de um irmão ser divino igual ao amor de uma mãe? Como os pássaros, os irmãos Pouquinho e Felicíssimo vivem nas alturas, em casas incrustadas em uma rocha íngreme na pequena comunidade do Buraco da Caldeira, na Ilha da Madeira. É ali, entre a natureza indomável, uma paisagem mítica e a fé imensurável, que eles passam os seus dias em meio à labuta diária, movidos por um amor sublime, que corteja o divino. Desde o nascimento de Pouquinho, Felicíssimo soube que lhe caberia a função de cuidar do irmão caçula, que nasceu com uma condição física incomum e flanava em algum lugar entre o estranho e o santificado. Felicíssimo, porém, aceita desde o primeiro momento esse compromisso não como um dever, mas como um ato supremo de afeição. Com um projeto gráfico especial e prefácios do músico Rodrigo Amarante e do professor de Literatura Carlos Reis, Deus na escuridão explora a ideia de que amar é sempre um sentimento que se exerce na escuridão. Um manifesto de lealdade e resiliência assinado com a maestria literária que tornou Valter Hugo Mãe um dos mais laureados autores do nosso tempo.
von Rebecca Ross
Dois Jornalistas Rivais Encontram O Amor Em Meio A Uma Guerra Entre Deuses O Romance épico Com Toques De Fantasia Sucesso Do Tiktok Após Séculos Adormecidos, Os Deuses Estão Em Guerra Novamente. No Entanto, A única Preocupação De Iris Winnow, Uma Jovem Jornalista De Dezoito Anos, é Manter Sua Família Unida E Em Segurança. Enquanto A Mãe De Iris Sofre Para Superar Um Vício E O Irmão Está Desaparecido Em Meio às Trincheiras Da Guerra, A Melhor Forma De A Garota Atingir Seu Objetivo é Conquistando A Vaga De Colunista No Jornal Onde Trabalha, A Gazeta De Oath. Enquanto Isso, Para Lidar Com Suas Preocupações, Iris Escreve Cartas Para O Irmão. Porém, Misteriosamente, Elas Vão Parar Nas Mãos De Roman Kitt, Seu Insensível E Fascinante Rival Na Redação Do Jornal. Quando Ele Passa A Responder Anonimamente As Cartas, Os Dois Criam Uma Conexão Mágica Que Seguirá Iris Até A Linha De Frente Da Batalha, Em Uma Busca Por Seu Irmão, Pela Salvação Da Humanidade E Pelo Amor. Divinos Rivais é O Início De Uma Emocionante Duologia Da Autora Best-seller Rebecca Ross. Um Romance Repleto De Esperança, Desilusões E O Incomparável Poder Do Amor.
von Adalyn Grace
Depois de dançar com a Morte e flertar com o Destino, agora é hora de ansiar pela Vida... Blythe Hawthorne nunca deixou que ninguém dissesse o que ela deveria fazer – nem a sociedade ou seu pai superprotetor, muito menos o homem ao qual está ligada – não importa quão grosseiro e insuportável ele seja. Na verdade, Blythe está determinada a atormentá-lo pelo resto de seus dias, enquanto ele deixa evidente que a vida no palácio não é um conto de fadas. Entretanto, conforme Blythe descobre mais detalhes sobre si que se conectam ao enigmático passado de seu marido, ela precisará decidir se vai deixar que uma inesperada faísca se alastre... e assim acabar descobrindo a verdade sobre quem realmente é. Da autora número 1 dos mais vendidos do New York Times, Wisteria é a sensacional conclusão da série Belladonna. Este final emocionante traz mais romance e reviravoltas capazes de deixar qualquer leitor extasiado.
von Joaquim Machado De Assis
Bem-vindo ao maravilhoso mundo de Machado de Assis. Nesta edição clássica do seu romance Memórias Póstumas de Brás Cubas, trazemos até si esta admirável peça literária do final do século XIX e início do século XX.Memórias Póstumas de Brás Cubas é um romance escrito por Machado de Assis, desenvolvido em princípio como folhetim, de março a dezembro de 1880, e publicado como livro no ano seguinte.O livro marca um tom cáustico e novo estilo na obra de Machado de Assis, bem como audácia e inovação temática no cenário literário nacional, que o fez receber, à época, resenhas estranhadas. Confessando adotar a "forma livre" de Laurence Sterne em seu Tristram Shandy (1759-67), ou de Xavier de Maistre, o autor, com Memórias Póstumas de Brás Cubas, rompe com a narração linear e objetivista de autores proeminentes da época como Flaubert e Zola para retratar o Rio de Janeiro e sua época em geral com pessimismo, ironia e indiferença - um dos fatores que fizeram com que fosse amplamente considerada a obra que iniciou o Realismo no Brasil.Memórias Póstumas de Brás Cubas retrata a escravidão, as classes sociais, o cientificismo e o positivismo da época, chegando a criar, inclusive, uma nova filosofia, mais desenvolvida posteriormente em Quincas Borba (1891) - o Humanitismo, sátira à lei do mais forte. Críticos escrevem que, com esse romance, Machado de Assis precedeu elementos do Modernismo e do realismo mágico de escritores como Jorge Luis Borges e Julio Cortázar, e, de fato, alguns autores chamam-na "primeira narrativa fantástica do Brasil". O livro influenciou escritores como John Barth, Donald Barthelme e Ciro dos Anjos e é notado como uma das obras mais revolucionárias e inovadoras da literatura brasileira. Mesmo depois de mais de um século de sua publicação original, Memórias Póstumas de Brás Cubas ainda tem recebido inúmeros estudos e interpretações, adaptações para diversas mídias e com varias traduções para outras línguas.Esperamos que tenha tanto prazer a ler esta obra clássica quanto aquele que nós, na Mogul Edições Clássicas, tivemos a trazer-lha até si.
von Joana Bértholo
Quando a tecnologia das megacorporações se sobrepõe cada vez mais aos governos, um algoritmo chega para acabar de vez com o último refúgio da liberdade individual: a linguagem. A partir de então, o uso das palavras passa a ser pago e monitorado, fazendo com que as pessoas deixem de ser apenas consumidores para se tornarem também produtos. E é através das vozes de vários personagens — e dos seus silêncios, última forma de resistência — que acompanhamos os ecos de uma distopia tão inventiva quanto assustadoramente verossímil. Afinal, o que acontece quando só dizemos aquilo pelo que podemos pagar?
von Hannah Nicole Maehrer
O terceiro volume da série Assistente do Vilão, a fantasia divertida fenômeno do TikTokOFERECE-SE RECOMPENSA! Procura-se a aprendiz do Vilão por traição (leve), dano à propriedade mágica (supostamente) e um incidente envolvendo um pãozinho transformado em arma (confirmado). Frequentemente vista acompanhada de um sapo mal-humorado (usa coroa, é malcomportado). Atende por “Evie” ou “Fique quieta”.Evie Sage jamais teve a intenção de se tornar o braço direito do vilão mais temido do reino. Num minuto, ela estava se candidatando a uma vaga de nível básico que prometia “pouca papelada e decapitações ocasionais”, e no seguinte, já estava afundada até o pescoço em caos mágico, planos de assassinato e uma quedinha totalmente inapropriada por seu chefe carrancudo — dono de um maxilar esculpido e energia de catástrofe ambulante.Entre uma profecia mágica prestes a ruir, assassinos surgindo na sala de descanso e uma quantidade altamente suspeita de sapos usando coroas, Evie precisa dar um jeito de sobreviver a esse emprego — sem implodir o reino. Ou a própria dignidade, que já está por um fio... bem sarcástico. Estar ao lado do mal nunca fez parte dos seus planos. Mas, pensando bem... também não fazia parte se apaixonar pelo Vilão.Em Aliada do Vilão, Evie vai descobrir que, às vezes, ser cúmplice do mal é só o começo — porque, quando o reino inteiro ameaça desmoronar (e seu chefe sumir de novo, só para variar), ela precisará decidir até onde vai sua lealdade… e seu coração. Na trilogia Assistente do Vilão, Hannah Nicole Maehrer mistura contos de fadas, humor afiado e caos corporativo em uma fantasia romântica irresistível — provando, de uma vez por todas, que príncipes são ótimos… mas vilões são ainda melhores.
von Clarice Lispector
As crônicas de Clarice Lispector publicadas no Jornal do Brasil de 1967 a 1973 nos permitem compreender melhor a escritura desta que se consagrou como uma das maiores escritoras do Brasil. Se nos contos e romances o mistério de uma narrativa envolve o leitor num processo quase que iniciático, nas crônicas esse mistério vai aos poucos sendo desvendado, revelando o mundo pessoal e subjetivo da autora enigmática que viveu no Leme, próximo às areias e ao mar de Copacabana, que tanto apreciava. Ao aceitar o convite do JB para escrever uma coluna aos sábados, Clarice Lispector sente a estranheza entre ser escritora e jornalista: "Na literatura de livros permaneço anônima e discreta. Nesta coluna, estou de algum modo me dando a conhecer", comenta na crônica de 21 de setembro de 1968. Gênero leve, ameno, de leitura mais fácil, a crônica traz quase sempre a interpretação de um fato conhecido por todos, investido pela subjetividade de quem comenta o assunto, dando um sabor novo ao acontecido. Com a sua despretensão, a crônica quebra o monumental, o extraordinário, celebrando o cotidiano, o dia a dia e mostra belezas insuspeitáveis através da argúcia, da graça, do humor de quem a escreve. A informalidade investe de leveza uma linguagem cuja densidade busca revelar o segredo das coisas mais simples, o cotidiano transfigurado pelo olhar de Clarice, que redescobre nas Macabéas de todo dia a luminosidade de uma presença estelar. Entre flanelas e vassouras, mulheres simples e humildes se transformam em personagens que se eternizam. Aninha, Jandira, Ivone ou Aparecida são algumas dessas estrelas que saem de suas vidas apagadas para serem reveladas pelo olhar atento e sensível, onde escapa, por vezes, um leve e sorrateiro toque de humor, como no caso da empregada que fazia análise, ou da "mineira calada", que gostava de ler livros complicados.
von Erin A. Craig
Best-seller do New York Times "Único, encantador e assombroso." – Brigid Kemmerer, autora da série Cursebreakers, best-seller do New York Times A vida isolada em Amity Falls tem um cotidiano previsível. Ellerie Downing passa seus dias cuidando das colmeias da família, perseguindo as irmãs e sonhando com coisas maiores, enquanto seu irmão gêmeo, Samuel, vagueia livremente e desfruta de sua juventude. Segundo a crença popular, os primeiros colonos lutaram contra criaturas monstruosas para se estabelecerem em Amity Falls, e acredita-se que esses seres ainda estejam na floresta, impedindo os Downing e os outros habitantes de se aventurarem em terras mais distantes. E, quando uma expedição enviada à cidade para buscar suprimentos desaparece, um clima de medo e insegurança instala-se no vilarejo. Acontecimentos estranhos começam a assolar a cidade e, à medida que as estações mudam, fica claro que algo está terrivelmente errado. As criaturas das lendas são reais e estão se oferecendo para satisfazer os desejos mais profundos dos moradores, por mais grandiosos que sejam, em troca de um pequeno favor. Essas exigências aparentemente triviais, no entanto, escondem intenções sinistras. Logo Ellerie se vê em uma corrida contra o tempo para impedir que tudo que ela ama seja destruído. Pequenos favores é um romance hipnotizante e arrepiante sobre desejos e sonhos sinistros e o que espreita nas sombras das pessoas que você acha que conhece.
von Brit Bennett
Novo livro de autora best-seller explora questões familiares e preconceito em narrativa sobre gêmeas idênticas que se encontram em lados opostos de uma sociedade racista As irmãs Vignes são gêmeas idênticas. Quando, aos 16 anos, resolvem fugir de casa, elas não fazem ideia de como isso vai alterar suas trajetórias. Mais de uma década depois, uma delas volta para a cidade natal — uma comunidade negra no sul dos Estados Unidos obcecada por novas gerações de pele cada vez mais clara —, e o choque não poderia ser maior. Porque ela não apenas chega sem a irmã, mas com uma criança. Uma criança de pele muito escura. Para as gêmeas, a separação não significou apenas o rompimento de um laço sanguíneo. Elas se encontram em pontos muito distantes em uma sociedade racista: enquanto uma se casa com um homem negro e é obrigada a retornar ao lugar de onde escapou tantos anos antes, a outra é vista como branca, e o marido branco não faz ideia de seu passado. Ainda que separadas por milhares de quilômetros — e incontáveis mentiras —, o destino das duas permanece interligado. E o que acontecerá quando os caminhos de suas filhas acabarem se cruzando também? Ao reunir diversos núcleos e gerações de uma mesma família, do extremo sul dos Estados Unidos à Califórnia, entre os anos 1950 e 1990, Brit Bennett constrói uma história emocionante, que também analisa de forma brilhante conceitos como passabilidade e colorismo. A metade perdida trata de questões raciais, explora a influência duradoura do passado em nossas vidas — seu poder de moldar decisões, desejos e expectativas — e apresenta as razões pelas quais algumas pessoas se sentem compelidas a se afastar de suas origens.