Empfehlungen basierend auf "Bambi: a história de uma vida na floresta"

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von Marlen Haushofer

Ao Acordar Sozinha No Chalé De Caça Onde Estava Hospedada Nos Alpes Austríacos, A Narradora Deste Romance Descobre-se Cercada Por Uma Barreira Invisível E Intransponível. Do Outro Lado, O Mundo Parece Petrificado, Suspenso Num Misterioso Estado De Destruição Imóvel E Silenciosa. Sem Acesso à Civilização, Ela Precisa Aprender A Sobreviver Em Completa Solidão, Acompanhada Apenas Por Um Cachorro Chamado Lince, Uma Vaca Que Batiza De Bella E Uma Gata. A Certa Altura De Seu Isolamento, Põe-se A Escrever Um Relato — O Próprio Romance Que Lemos — No Qual Narra O Abandono Gradual De Sua Identidade Social, E Particularmente Da Ideia De Feminilidade Que A Sociedade Lhe Impunha. A Narradora De Haushofer Passa Grande Parte Do Romance Se Despindo De Sua Essência, Observa James Wood No Posfácio Incluído Nesta Edição Brasileira. A Primeira Coisa A Ir Embora é O Exoesqueleto Social De Sua Feminilidade. Reconhecida Como Uma Das Grandes Obras Da Literatura Distópica E Feminista, E Publicada Em 1963 — Um Prenúncio Dos Piores Anos De Tensão Nuclear Na Guerra Fria —, A Parede Apresenta, Com Precisão E Força Narrativa, Uma Jornada íntima E Universal. Ao Mesmo Tempo, Propõe Uma Visão Também Utópica: Sozinha, A Protagonista Forma Uma Nova Comunidade Baseada No Cuidado E Na Conexão Com A Natureza. Para Ela, Amar Um Animal Se Torna Mais Fácil — E Talvez Mais Verdadeiro — Do Que Amar Um Ser Humano. Em Uma Narrativa Que Combina O Realismo Vívido Da Vida Reconstruída A Partir Do Essencial — Plantar, Caçar, Cuidar — E Uma Meditação Filosófica Sobre O Tempo, O Corpo E O Sentido Da Vida, Haushofer Captura Uma Radical Dessencialização Do Humano. É Difícil Deixar De Lado Um Delírio De Grandeza Há Muito Enraizado, Constata A Narradora. A Parede é Um Clássico Que Desafia A Ideia De Progresso E Nos Confronta Com A Pergunta: O Que Realmente Importa Quando Tudo O Que Resta é Sobreviver?

von Holly Jackson

Na conclusão arrepiante da série best-seller Manual de assassinato para boas garotas, chegou a hora de Pip salvar a si mesma Pip está prestes a ir para a faculdade, mas ainda é assombrada pelo desfecho de sua investigação mais recente. Devido à fama de detetive amadora, ela se acostumou a receber ameaças na internet. Mas, nos últimos tempos, uma pergunta não para de surgir: Quem vai investigar quando você desaparecer? Após uma série de eventos estranhos, Pip percebe que está sendo perseguida de verdade. E pior: seu stalker pode estar conectado a um assassino que aterrorizou a região na mesma época do caso de Andie Bell. Com a ajuda de Ravi, a garota precisa descobrir quem está por trás disso... antes que se torne a próxima vítima. Envolta em uma teia de segredos e perigos, Pip toma atitudes drásticas. Tudo em Little Kilton parece estar interligado e apontar para um único suspeito. É a investigação mais importante de sua vida, e também a última. Aconteça o que acontecer, seus dias de boa garota vão chegar ao fim. Prepare-se para questionar tudo o que achava que sabia com o desfecho chocante da jornada de Pip. Na aguardada conclusão da série Manual de assassinato para boas garotas, Holly Jackson entrega mais uma trama envolvente, assustadora e inesquecível.

von Holly Jackson

Na sequência do best-seller Manual de assassinato para boas garotas, um desaparecimento misterioso abala Little KiltonUm ano após a investigação obsessiva que reescreveu a história de sua pacata cidade, Pip acredita que seus dias de detetive amadora chegaram ao fim. Prometendo nunca mais se envolver no emaranhado de segredos de Little Kilton, a garota planeja lançar um podcast sobre a resolução do caso e voltar a ter uma vida normal.Até que algo terrível acontece, e ela precisa quebrar sua promessa. Jamie Reynolds, o irmão de um de seus melhores amigos, está desaparecido. Ele foi visto pela última vez no memorial dedicado a Andie Bell e Sal Singh, seis anos após o crime. Seria mera coincidência? Quando a polícia se recusa a agir, Pip decide voltar à ativa.Com a ajuda dos amigos, dos ouvintes do podcast e de Ravi, ela se lança em uma busca frenética para encontrar Jamie antes que seja tarde demais. Cada segundo conta, e só resta uma certeza: ninguém em Little Kilton é quem diz ser.Nessa trama afiada, os efeitos da primeira investigação de Pip se misturam com um novo mistério arrepiante. E ela está disposta a correr riscos ainda maiores em sua busca pela verdade. Na sequência de Manual de assassinato para boas garotas, Holly Jackson constrói mais um thriller surpreendente, profundo e impossível de largar.

von Joaquim Machado De Assis

Bem-vindo ao maravilhoso mundo de Machado de Assis. Nesta edição clássica do seu romance Memórias Póstumas de Brás Cubas, trazemos até si esta admirável peça literária do final do século XIX e início do século XX.Memórias Póstumas de Brás Cubas é um romance escrito por Machado de Assis, desenvolvido em princípio como folhetim, de março a dezembro de 1880, e publicado como livro no ano seguinte.O livro marca um tom cáustico e novo estilo na obra de Machado de Assis, bem como audácia e inovação temática no cenário literário nacional, que o fez receber, à época, resenhas estranhadas. Confessando adotar a "forma livre" de Laurence Sterne em seu Tristram Shandy (1759-67), ou de Xavier de Maistre, o autor, com Memórias Póstumas de Brás Cubas, rompe com a narração linear e objetivista de autores proeminentes da época como Flaubert e Zola para retratar o Rio de Janeiro e sua época em geral com pessimismo, ironia e indiferença - um dos fatores que fizeram com que fosse amplamente considerada a obra que iniciou o Realismo no Brasil.Memórias Póstumas de Brás Cubas retrata a escravidão, as classes sociais, o cientificismo e o positivismo da época, chegando a criar, inclusive, uma nova filosofia, mais desenvolvida posteriormente em Quincas Borba (1891) - o Humanitismo, sátira à lei do mais forte. Críticos escrevem que, com esse romance, Machado de Assis precedeu elementos do Modernismo e do realismo mágico de escritores como Jorge Luis Borges e Julio Cortázar, e, de fato, alguns autores chamam-na "primeira narrativa fantástica do Brasil". O livro influenciou escritores como John Barth, Donald Barthelme e Ciro dos Anjos e é notado como uma das obras mais revolucionárias e inovadoras da literatura brasileira. Mesmo depois de mais de um século de sua publicação original, Memórias Póstumas de Brás Cubas ainda tem recebido inúmeros estudos e interpretações, adaptações para diversas mídias e com varias traduções para outras línguas.Esperamos que tenha tanto prazer a ler esta obra clássica quanto aquele que nós, na Mogul Edições Clássicas, tivemos a trazer-lha até si.

von Diana Wynne Jones

Mergulhe no universo mágico de Diana Wynne Jones, que inspirou a animação O castelo animado do Studio Ghibli. Nomeado pela revista Times como uma das fantasias mais icônicas de todos os tempos. Certo dia, enquanto trabalha na chapelaria da família, a jovem Sophie é surpreendida e misteriosamente amaldiçoada por uma terrível bruxa, que a transforma em uma senhora de noventa anos. Sem saber como se livrar do feitiço e com receio de não ser reconhecida pelas irmãs, Sophie foge e acaba parando em um fantástico castelo, comandado pelo jovem e sedutor Mago Howl, cuja reputação é de devorador de corações das moças do povoado. No castelo, onde passa a trabalhar, Sophie promove uma grande transformação, mudando os hábitos de Michael, o aprendiz de mago, e de Calcifer, o demônio do fogo, responsável pela "vida mágica" do lugar. Além de ficar presa no corpo de uma senhora, o feitiço impede que Sophie revele que está sob o efeito de uma maldição. Calcifer, que logo percebe o que está acontecendo, propõe que ela o ajude a se libertar do pacto que o liga ao Mago Howl, oferecendo, em troca, ajuda para quebrar a maldição da Bruxa. Enquanto Sophie aprende a lidar, na inusitada rotina do castelo, com o insensível e impetuoso Howl, ela descobre um novo mundo, repleto de magias e maldições, bruxas e feiticeiros, e – o mais importante – conhece uma nova e surpreendente versão de si mesma. De um modo ou outro interligadas, as histórias de Diana Wynne Jones são, definitivamente, o que você precisa para escapar do mundo real e viajar para bem longe: em um tapete diferente, para uma cidade distante, refúgio de poções mágicas, personagens fantásticos e um segredo a cada esquina. Com um projeto gráfico especialmene por Isadora Zeferino (@imzeferino), ilustradora carioca dona de trabalhos supercoloridos e com clientes como Faber Castell, Globosat e Melissa, O castelo animado e as demais obras da autora são o presente ideal – para alguém que você ama ou, melhor ainda, você mesmo.

von Taiyo Matsumoto

O que é Sunny? Sunny é um carro. Um carro que você usa para passear com sua mente. Ele leva você para os lugares com os quais você sonha. Sunny também é uma história sobre superar as adversidades, das maneiras que importam. Sunny conta as histórias das crianças e jovens que vivem no Jardim Escola Hashinoko, um lar de acolhimento para órfãos e crianças em situação de risco. Seus sonhos e angústias ganham vida e emoção no belo traço de Taiyo Matsumoto, um dos autores mais importantes em atividade no Japão.Neste volume Taiyo Matsumoto se aprofunda ainda mais na vida de seus personagens: os meninos aprontam bastante com a criação de porcos do vizinho, o pai de Yano aparece de surpresa, Sei começa a namorar, Asako vai se encontrar (e confrontar) sua mãe e a Kii-chan se despede de seus amigos.

von Orlandeli

Chico Bento e sua família recebem a visita de um amargurado homem da cidade. E o menino caipira viverá uma grande aventura ao lado dele. Em sua segunda releitura do clássico personagem de Mauricio de Sousa, Orlandeli usa seu traço cheio de movimento para criar uma história repleta de ação, humor, mistérios, ensinamentos e. Verdade.

von Clarice Lispector

Clarice, me dá tua mão. Tudo parece de novo impossível nesse frêmito de eternidade que é o presente, mas confio na nossa aproximação: aconteceu daquela vez o impensável; adaptar A paixão segundo G.H. para o teatro. Não fui sozinha como você, embora quando estive ali, cara a cara com a barata, era eu mesma, sozinha como um caco de vidro, um cachorro e uma galinha estão sós e cara a cara. Com o quê? Consigo. Eu fui, ao encarnar durante mais de dois anos a G.H. num monólogo para o teatro – adaptado por Fauzi Arap e dirigido por Enrique Díaz –, uma pessoa sem a pessoa que eu era antes para fazer companhia para mim mesma. Fui perdendo as cascas, o invólucro, mergulhando em águas cada vez mais densas e profundas, perdendo o contorno humano, transladei para outra, outro lugar, desconhecido, terrível e maravilhoso, que não eu. Mas houve as mãos que me ajudaram na travessia. As suas mãos, Clarice. As suas mãos de escritora que tantas vezes anseiam as nossas para irmos contigo, nessa grande odisseia de uma mulher que viaja para dentro de si e se despersonaliza. Ela desvira o Eu. Ela se te revira. Não é brincadeira o que acontece aqui, é coisa que se lê e se toma e entra no próprio sangue, é saber xamânico, potente, destruidor e revivificador. Nada se cria sem desfazer essas camadas de noções fossilizadas sobre nós mesmos e o mundo. Tuas palavras agem sobre mim, ainda e sempre. Agora, neste ano de 2020, é seu aniversário de 100 anos. A paixão foi escrito em 1964. Imagino você aqui escrevendo sobre o agora, o momento presente atravessando as paredes de sua casa e de seu corpo e se metamorfoseando em palavras que você escreve e essas palavras agem, transformam a vida. Nós estamos olhando a vida que se nos olha, Clarice. A vida se nos é, e se me é, tão radicalmente agora, que voltei a andar com teu livro colado em mim. Livro que é registro desse tempo eterno onde fracassamos e vamos de novo, com o fracasso das nossas existências e palavras. Das milhares de apresentações possíveis que eu poderia fazer, eu escolho dizer sim; sim, leia este livro como experiência que se vive. Entrar pelo corpo, e ir com as palavras mais "pelo que elas fazem do que pelo que elas falam", ir com G.H., atravessando esses portais e ir se perdendo nas paredes, nos hieróglifos da casa, nas marcas deixadas pelo outro, e ir indo, parando e recuperando o fôlego até mergulhar completamente nesta obra extraordinária que nunca mais vai parar de acontecer. — Mariana Lima, Atriz e produtora Nova edição de A paixão segundo G. H. em capa dura e forração de tecido para coleção Clarice Essencial com posfácio de Luiz Fernando Carvalho.

von Erin A. Craig

Best-seller do New York Times "Único, encantador e assombroso." – Brigid Kemmerer, autora da série Cursebreakers, best-seller do New York Times A vida isolada em Amity Falls tem um cotidiano previsível. Ellerie Downing passa seus dias cuidando das colmeias da família, perseguindo as irmãs e sonhando com coisas maiores, enquanto seu irmão gêmeo, Samuel, vagueia livremente e desfruta de sua juventude. Segundo a crença popular, os primeiros colonos lutaram contra criaturas monstruosas para se estabelecerem em Amity Falls, e acredita-se que esses seres ainda estejam na floresta, impedindo os Downing e os outros habitantes de se aventurarem em terras mais distantes. E, quando uma expedição enviada à cidade para buscar suprimentos desaparece, um clima de medo e insegurança instala-se no vilarejo. Acontecimentos estranhos começam a assolar a cidade e, à medida que as estações mudam, fica claro que algo está terrivelmente errado. As criaturas das lendas são reais e estão se oferecendo para satisfazer os desejos mais profundos dos moradores, por mais grandiosos que sejam, em troca de um pequeno favor. Essas exigências aparentemente triviais, no entanto, escondem intenções sinistras. Logo Ellerie se vê em uma corrida contra o tempo para impedir que tudo que ela ama seja destruído. Pequenos favores é um romance hipnotizante e arrepiante sobre desejos e sonhos sinistros e o que espreita nas sombras das pessoas que você acha que conhece.

von Tamara Klink

Tamara Klink viaja desde pequena na companhia da família. Mas sempre planejou "navegar consigo mesma", e foi construindo as condições para isso enquanto crescia. Aos 24 anos, formou-se em arquitetura naval em Nantes, na França, e concluiu sua primeira viagem em solitário pelo Mar do Norte – detalhe: no próprio veleiro, recém-adquirido e apelidado Sardinha. Seus relatos em prosa, traço e verso estão reunidos neste box com os dois livros da autora: Mil milhas , com poemas, desenhos e o relato da viagem, e o livro Um mundo em poucas linhas , com poemas e textos em prosa poética sobre as viagens realizadas em família e as diferentes travessias que fez ao longo da vida. Em Mil Milhas , acompanhamos Tamara em sua travessia geográfica, heroica e pessoal durante os meses em que preparou e realizou a viagem. Temos em mãos o diário que ela escreveu ao longo das mil milhas percorridas. Em seus escritos, ela nos conta não apenas sobre como navegou pelo mar do Norte e enfrentou desafios sozinha em seu pequeno e primeiro barco, colhendo medos e alegrias, mas também sobre como essa viagem significou poder crescer e dar-se conta da própria envergadura: virar adulta. Travessia que todos nós precisamos realizar em vida, onde quer que estejamos e por onde escolhemos realizar nosso trajeto: na terra ou no mar. Em Um mundo em poucas linhas , Tamara nos mostra tudo aquilo que se pode sentir ao crescer: reconhecer as raízes ao estar só, sentir saudade e desejar voltar, descobrir-se capaz e querer seguir, colocar-se em dúvida, atravessar e se firmar em suas escolhas e travessias. E, assim, os escritos de Tamara nos contam que viver parece com deslocar-se e experimentar. Este livro ressoa não apenas em jovens leitores, que vivem intensamente as mudanças provocadas pelo crescimento e suas descobertas, mas também naqueles que sabem reconhecer a vida como um eterno movimento de crescer e partir para novos recomeços.