Empfehlungen basierend auf "As Regras do Chefe"
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von Ana Claudia Quintana Arantes
Um livro que propõe um novo olhar para a vida. A morte é talvez o maior medo de boa parte das pessoas, além de ser ainda um tabu. No entanto, Ana Claudia Quintana Arantes nos mostra, neste livro, que a grande questão envolvendo a morte, na verdade, é a vida. Como estamos vivendo? Nossos dias estão sendo devidamente aproveitados ou vamos chegar ao fim desta jornada cheios de arrependimentos sobre coisas que fizemos – ou, pior, que não fizemos? Ana Claudia, médica especialista em Cuidados Paliativos, compartilha suas experiências pessoais e profissionais e incentiva que as pessoas cultivem relações saudáveis, cuidem de si próprias com a mesma dedicação com que cuidam dos parentes e amigos e procurem ter hábitos saudáveis, sem deixar de fazer aquilo que têm vontade e as torna felizes. Este livro apresenta uma reflexão fundamental para os dias de hoje, tempo em que vivemos com a sensação permanente de que estamos deixando a vida escorrer entre os dedos.
von Rebecca Ross
Mergulhe em um mundo com romance, mistério e um sistema de magia fascinanteTudo começa com uma carta e uma jornada por águas obscuras. Dez anos depois de ser enviado para o continente para se tornar um bardo, Jack Tamerlaine é chamado para voltar para casa, na ilha de Cadence. Garotas estão desaparecendo, e Adaira, sua inimiga de infância e futura líder, acredita que Jack é o único capaz de encontrá-las.Os espíritos elementais que habitam cada sopro de ar, respingo de água, folha de grama e lampejo de fogo encontram alegria na vida dos humanos, e a música de um bardo é a única maneira de convocá-los — e pedir que as garotas sejam devolvidas. No entanto, conforme Jack e Adaira se aproximam da solução do mistério, fica claro que há um segredo antigo e sombrio à espreita, e nenhuma canção parece forte o suficiente para detê-lo.Com personagens que vão de inimigos para amantes e um mundo com um folclore fascinante, A melodia da água é o primeiro livro de uma duologia emocionante sobre dever, amor e harmonia entre forças opostas.
von Machado de Assis
A classic story of love and jealousy, Dom Casmurro is the story of Bento and his childhood love, Capitu, who overcome their parents' reluctance to marry. But Bento jealously suspects that their son is not his. But beyond this straightforward plot, Machado plays with the reader's expectations and comments on the structure of the story, blurring the line between fiction and reality and appearing very modern.
von Carley Fortune
Best-seller Do New York Times Eleito Pelo Buzzfeed Um Dos Melhores Livros De 2022 Dizem Que Você Nunca Mais Pode Voltar Para Casa, E Para Persephone Fraser, Desde Que Cometeu O Maior Erro De Sua Vida, Isso é Uma Grande Verdade. Bem-sucedida E Independente, Percy Já Não Passa Os Verões à Beira Do Lago, Agora Ela Fi Ca Em Um Apartamento Elegante, Saindo Com Seus Amigos E Mantendo Todos A Uma Distância Segura De Seu Coração. Mas Um Dia Percy Recebe Um Telefonema Que A Leva De Volta A Barry's Bay – E Para Perto De Sam Florek, Seu Melhor Amigo E Primeiro Amor, De Quem Ela Nunca Pensou Que Teria Que Se Afastar. Ao Voltar Para O Lago Para O Funeral Da Mãe De Sam, A Conexão Entre Sam E Percy é Inegável, Como Sempre Fora. Mas Até Que Percy Possa Confrontar As Decisões Que Tomou E Os Anos Que Passou Se Punindo, Sam E Percy Nunca Poderão Saber Se O Amor Que Sentem Um Pelo Outro Pode Ser Maior E Mais Forte Que Qualquer Erro Do Passado. Depois Daquele Verão é Uma História Sobre Amor, Amizade E, Acima De Tudo, Sobre Amadurecer E Ser Capaz De Fazer As Pazes Com O Destino. Um Romance Sensível E Surpreendente Que Fará Você Pensar Em Suas Escolhas E Desencontros... O Romance De Estreia De Fortune é Todo Nostalgia E Emoção. A História De Percy E Sam é Cativante E Repleta De Nuances, Fazendo Com Que A História Passe Mais Rápido Do Que Os Meses Do Verão. [...] Percy E Sam Podem Fi Car Em Seu Coração Muito Além Da última Página. Usa Today Uma História Sobre Segundas Chances. Jodi Picoult, Autora Best-seller Do New York Times
von Caro De Robertis, Natalia Borges Polesso
No Uruguai dos anos 1970, os direitos dos cidadãos estão constantemente sob ataque, e reuniões entre mulheres desacompanhadas dos seus maridos podem despertar a atenção policial. Por isso, Romina, Flaca, La Venus, Paz e Malena decidem ir para a remota praia de Cabo Polonio. Elas são cantoras numa época em que a homoafetividade também é uma subversão. Entre amizades e relacionamentos amorosos, as cinco formam uma família, e o local onde se refugiam se torna seu santuário secreto, que elas visitarão ao longo de décadas. Um grande romance sobre a opressão e suas consequências, o amor em suas diferentes nuances e as batalhas enfrentadas para que se possa vivê-lo livremente.
von Rachel Gillig
A inesquecível conclusão da duologia de fantasia gótica O Rei Pastor Elspeth e Ravyn embarcam em uma perigosa busca para salvar o reino Durante quase toda a sua vida, Elspeth conviveu com um monstro em sua cabeça: o Pesadelo. Um espírito antigo e poderoso que a protege e mantém seu segredo a salvo. Mas nada de graça vem. O Pesadelo, por fim, tomou a cabeça de Elspeth — e não se sabe mais o que é menina e o que é monstro. No entanto, somente ele pode ajudar a salvar o reino de Blunder, já que é o único que sabe onde está escondida a Carta dos Amieiros Gêmeos, a última que falta para completarem o baralho que controla a magia do lugar. A carta que eles precisavam para quebrar a maldição da bruma e salvar quem amam. Para reunir as doze Cartas da Providência, Elspeth e Ravyn vão encarar uma jornada sombria e perigosa que pode exigir tudo deles, até mesmo suas vidas. E o Pesadelo talvez não consiga mais ser contido. Duas coroas retorcidas é a continuação do best-seller Uma janela sombria . Uma história fantástica e repleta de magia que conclui a duologia O Rei Pastor, de Rachel Gillig.
von Hannah Nicole Maehrer
O terceiro volume da série Assistente do Vilão, a fantasia divertida fenômeno do TikTokOFERECE-SE RECOMPENSA! Procura-se a aprendiz do Vilão por traição (leve), dano à propriedade mágica (supostamente) e um incidente envolvendo um pãozinho transformado em arma (confirmado). Frequentemente vista acompanhada de um sapo mal-humorado (usa coroa, é malcomportado). Atende por “Evie” ou “Fique quieta”.Evie Sage jamais teve a intenção de se tornar o braço direito do vilão mais temido do reino. Num minuto, ela estava se candidatando a uma vaga de nível básico que prometia “pouca papelada e decapitações ocasionais”, e no seguinte, já estava afundada até o pescoço em caos mágico, planos de assassinato e uma quedinha totalmente inapropriada por seu chefe carrancudo — dono de um maxilar esculpido e energia de catástrofe ambulante.Entre uma profecia mágica prestes a ruir, assassinos surgindo na sala de descanso e uma quantidade altamente suspeita de sapos usando coroas, Evie precisa dar um jeito de sobreviver a esse emprego — sem implodir o reino. Ou a própria dignidade, que já está por um fio... bem sarcástico. Estar ao lado do mal nunca fez parte dos seus planos. Mas, pensando bem... também não fazia parte se apaixonar pelo Vilão.Em Aliada do Vilão, Evie vai descobrir que, às vezes, ser cúmplice do mal é só o começo — porque, quando o reino inteiro ameaça desmoronar (e seu chefe sumir de novo, só para variar), ela precisará decidir até onde vai sua lealdade… e seu coração. Na trilogia Assistente do Vilão, Hannah Nicole Maehrer mistura contos de fadas, humor afiado e caos corporativo em uma fantasia romântica irresistível — provando, de uma vez por todas, que príncipes são ótimos… mas vilões são ainda melhores.
von Clarice Lispector
“O coração tem que se apresentar diante do Nada sozinho e sozinho bater em silêncio de uma taquicardia nas trevas.” A experiência da protagonista desta aprendizagem mostra afinidades tanto com as provações da bela Psiquê, do mito grego, quanto com a mística aventura da alma, ao atravessar a noite escura no Cântico Espiritual de São João da Cruz. Como um quadro cujas linhas mestras o recortassem do grande mistério que tudo contém, este livro, que “se pediu uma liberdade maior”, é a narrativa de uma iniciação e um extraordinário hino ao amor. Lóri, a mulher, faz uma longa viagem ao mais profundo de si mesma e chega à consciência total de ser. Diz: eu é; o homem, Ulisses, um professor de filosofia, que possui fórmulas para explicar o mundo, transforma-se em algo mais simples, um simples homem. Ambos serão iniciados: Ulisses fecha os ouvidos para as outras sereias porque só está disponível para Lóri, cujo verdadeiro nome é Loreley, como a personagem de Heine e de Apollinaire, uma ondina ou sereia que costumava atrair para os rochedos os barqueiros do Reno. Na verdade, cada um vai encontrar-se consigo mesmo em face do outro. Por ser trabalho, ascese, viagem, o amor de Lóri e Ulisses vence a diferença, o estranhamento, vence até mesmo a morte, ou o medo da morte. E a entrega finalmente física dos personagens se realiza com força tântrica de êxtase, de epifania. Para Lóri, “a atmosfera era de milagre”; Ulisses “estava sofrendo de vida e de amor”. Nada termina, porém, o momento anuncia uma nova aurora: “Ambos estavam pálidos e ambos se acharam belos.” Clarice, que se insere sabiamente no possível, fecha com dois pontos a narrativa que começara com uma vírgula. ? RACHEL GUTIÉRREZ, Escritora, tradutora e diretora da Associação dos Leitores e Amigos de Clarice Lispector"
von Ana Suy
Amor, solidão e psicanálise para os dias atuais. Podemos ler que o amor contém a solidão em seu interior, pois no coração do amor está sempre a solidão, e por isso quem não suporta a solidão também não suporta o amor." Escrito a partir de diálogos, A gente mira no amor e acerta na solidão, surgiu de experiências vividas pela autora em salas de aula, em sessões de análise (enquanto analisante ou analista), com amigos, em leituras de pesquisas teóricas. Neste livro, a psicanalista e professora Ana Suy quer, acima de tudo, continuar essa conversa contigo, leitor, sem a pretensão, no entanto, de ser um manual ou um tratado acadêmico sobre o tema. Puxe uma cadeira, fique bem confortável para um bate-papo sobre o amor, "essa experiência tão interessante que cada um vive sozinho junto com alguns outros ao longo da nossa passagem pelo mundo. "O livro de Ana Suy é uma delícia para pensar sobre o amor e a solidão. Você pode se interessar por psicanálise ou mal saber quem foi Freud: tenha certeza de que vai aumentar seu repertório e repensar as próprias experiências a partir destas reflexões estimulantes em forma de conversa boa!" - Liliane Prata, escritora "Ana Suy me faz mirar a escuta para a psicanalista e receber poesia. Eu desejo que você deseje, e muito, se identificar na ambivalência entre o que mira e o que acerta, ao longo deste livro. As palavras de Ana vão parecer falar de suas pétalas e no final você terá que se haver com alguns espinhos. Não tema, siga a leitura: é assim mesmo que você vai entender definitivamente que ela, e seu livro, só veem flores em você." - Alexandre Coimbra, psicólogo e escritor
von Brit Bennett
Novo livro de autora best-seller explora questões familiares e preconceito em narrativa sobre gêmeas idênticas que se encontram em lados opostos de uma sociedade racista As irmãs Vignes são gêmeas idênticas. Quando, aos 16 anos, resolvem fugir de casa, elas não fazem ideia de como isso vai alterar suas trajetórias. Mais de uma década depois, uma delas volta para a cidade natal — uma comunidade negra no sul dos Estados Unidos obcecada por novas gerações de pele cada vez mais clara —, e o choque não poderia ser maior. Porque ela não apenas chega sem a irmã, mas com uma criança. Uma criança de pele muito escura. Para as gêmeas, a separação não significou apenas o rompimento de um laço sanguíneo. Elas se encontram em pontos muito distantes em uma sociedade racista: enquanto uma se casa com um homem negro e é obrigada a retornar ao lugar de onde escapou tantos anos antes, a outra é vista como branca, e o marido branco não faz ideia de seu passado. Ainda que separadas por milhares de quilômetros — e incontáveis mentiras —, o destino das duas permanece interligado. E o que acontecerá quando os caminhos de suas filhas acabarem se cruzando também? Ao reunir diversos núcleos e gerações de uma mesma família, do extremo sul dos Estados Unidos à Califórnia, entre os anos 1950 e 1990, Brit Bennett constrói uma história emocionante, que também analisa de forma brilhante conceitos como passabilidade e colorismo. A metade perdida trata de questões raciais, explora a influência duradoura do passado em nossas vidas — seu poder de moldar decisões, desejos e expectativas — e apresenta as razões pelas quais algumas pessoas se sentem compelidas a se afastar de suas origens.